Maconha
P. Liz: A Doutoranda
Conheci a P. Liz no Tinder, numa época em que eu procurava exatamente o que ela anunciava no perfil: sexo sem compromisso, sem rodeios. Ela era negra, doutoranda, e gostava de fumar um antes de qualquer coisa. A beleza dela era dessas que desarma, e por baixo daquela cara de santa havia um corpo que sabia o que queria. A mamada dela era deliciosa, tinha uma tattoo nas costas que eu adorava beijar. Ela gostava de sentar na minha cara, e entre nós não existia papel fixo: dominei e fui dominado, fizemos de tudo. Tivemos vários encontros, todos bons. E então, do nada, ela se afastou de uma maneira que até hoje me parece mega estranha.