Rafaela: Sugar Baby de Copacabana

Imagem gerada por IA para preservar a identidade.
Ficha Rápida
- Serviços: –
- Tributo: –
- Pagamento: –
- Duração: –
- Local: Copacabana, Rio de Janeiro
- Política de Reserva: –
- Clima: Ninfa gótica, sugar baby, 19 anos, dominadora por instinto
Foi por volta de 2016, talvez 2017. Naquela época as redes sociais de swing ainda tinham alguma inocência, e foi num desses sites que esbarrei no perfil da Rafaela. A foto de capa já dizia tudo: magrinha, bunda desproporcional ao resto do corpo, olhar de quem sabe que você vai clicar. E eu cliquei.
Trocamos mensagens. Primeiro aquela conversa mole de internet, depois a coisa foi ficando mais direta. Ela abriu o jogo rápido: gostava de ganhar presentes. Eu retribuí a sinceridade: curtia ser dominado, a ideia de ser corno, essa zona cinzenta entre submissão e voyeurismo que eu ainda estava aprendendo a nomear. Nenhum dos dois pareceu assustado. Pelo contrário, aquilo selou o combinado mais rápido do que qualquer cantada.
O Bar das Profissionais#
Marcamos num bar em Copacabana. Ela sugeriu o lugar e eu aceitei sem pesquisar, o que foi um erro. Cheguei mais cedo, passei antes numa loja e comprei um par de sapatos e mais algumas coisas para presente. Estava nervoso, não sabia exatamente com o que estava lidando, e presentear era o meu jeito de garantir que eu não sairia dali de mãos vazias.
Sentei, pedi uma cerveja e comecei a esperar. Foi quando uma mulher se aproximou da mesa e perguntou, muito educada, se podia sentar. Expliquei que esperava alguém, mas ela ou não acreditou ou achou que podia me roubar da Rafaela. Começou a puxar assunto, contou que tinha uma loja de roupas em Niterói, que fazia programa de vez em quando para levantar o negócio. Tudo espontâneo, sem que eu perguntasse nada. Gostei dela. Era uma coroa bem resolvida, daquelas que já viveram tudo.
Então a Rafaela chegou.
A moça olhou para ela, olhou para mim, e soltou um “ahh, já entendi”. Foi embora discretamente, mas o estrago já estava feito. Porque o que eu vi quando a Rafaela entrou naquele bar me deixou mais assustado do que qualquer coisa. Ela era muito, mas muito mais nova do que eu esperava. As fotos do perfil não entregavam a idade real, e pessoalmente ela parecia ter talvez uns dezesseis, dezessete anos, no máximo. A outra mulher, a coroa, devia ter seus quarenta e poucos. E eu ali, entre as duas, senti cada um dos meus trinta e tantos anos pesando.
A primeira coisa que perguntei não foi “tudo bem”, não foi “que bom te ver”. Foi: quantos anos você tem?
Ela riu. Tirou o documento da bolsa e me mostrou. Dezenove. Maior de idade. Eu respirei, mas o alívio não foi completo. Continuava ali sentado com uma menina que aparentava muito menos do que a idade real, num bar cheio de gente, e a paranoia bateu. E se alguém interpretar errado? E se alguém fizer uma suposição? Eu não iria me meter numa confusão por causa de uma transa.
A partir desse ponto a energia mudou. Eu já não estava mais no modo caçador, estava no modo protetor. Queria conversar, entender, namorar um pouco a situação antes de qualquer coisa. Ela percebeu e entrou no ritmo. Me contou que gostava de homens mais velhos, e não mais velhos do que ela, tipo velhos mesmo. Apontou discretamente o coroa dono do bar, um senhor grisalho na casa dos sessenta, e disse que aquilo sim era homem para ela. Confesso que na hora não entrou na minha cabeça como uma tara genuína. Achei que fosse performance, ou trauma, ou os dois.
A Sessão#
Conversamos mais, o papo foi ficando solto, e em algum momento a Rafa adolescente desapareceu e a Rafaela mulher assumiu o controle. Nos beijamos ali mesmo, discreto mas intenso, e quando eu já estava me preparando para encerrar a noite, ela sugeriu que fôssemos para um lugar com mais intimidade.
Pegamos um Uber e subimos para um motel no Vidigal. Ela conhecia o pessoal de lá, segundo ela, e isso me fez rir. Dezenove anos e já tinha o motel cativo no morro. Essa menina ia longe.
Entramos no quarto e a fantasia começou pelo chão. Ajoelhei e peguei os pés dela. Pés de fada, sem um calo, lisos como se nunca tivessem pisado no asfalto. Beijei cada dedo, chupei cada sola, e ela assistia de cima com o sorriso de quem já sabe o efeito que causa.
Fui subindo. Peitinhos pequenos, durinhos, a boca cabia neles inteira. Lambi seu cu com calma, sem pressa, e ela se arqueou como se aquilo fosse o mínimo esperado.
Pedi para ela montar em mim. Não do jeito tradicional. Queria que ela montasse como se eu fosse um cavalo, que me conduzisse pelo quarto, que me usasse de transporte. Ela topou na hora. Subiu nas minhas costas, me bateu de leve na bunda e mandou eu andar. Meu pau ficou durasso, latejando contra o colchão a cada passo. Os espelhos do quarto devolviam a cena: ela empoleirada, eu de quatro, os dois lindos naquele absurdo combinado.
Quando cansou do passeio, ela sugeriu um fio terra. Aceitei. Ela deslizou o dedo enquanto me masturbava com a outra mão, e o duplo estímulo me desmontou em segundos. Gozei ali mesmo, de quatro, ainda ofegante.
Mas ela não tinha terminado. Sentou no meu rosto, se acomodou com a precisão de quem já fez aquilo antes, e deixou a baba escorrer. Lenta. Fio por fio, descendo até minha boca. Eu recebi tudo, de olhos fechados, completamente entregue.
Não tive tempo de me recuperar. Tinha compromissos no dia seguinte, a vida real batendo na porta. Saí de lá flutuando, com a sensação de ter encontrado alguém que falava minha língua.
Meses depois, nos encontramos de novo. E aí eu entendi o que estava fora do lugar.
Palavra Final#
Rafaela me mostrou que a linha entre fantasia e realidade é mais fina do que eu imaginava. Dezenove anos e uma maturidade que assustava, misturada com segredos que eu ainda não conhecia. O corpo de fada escondia algo que o segundo encontro revelaria.
Custos & Logística#
- Sessão: –
- Duração: –
- Local: Motel no Vidigal, Rio de Janeiro
- Pagamento: –
- Sinal: –
- Transporte: Uber (dividido)