Maria: Punk Gótico

Imagem gerada por IA para preservar a identidade.
Contexto
- Como nos conhecemos: cena Punk Gótico, redes sociais
- Papel dela: mulher punk gótica
- Dinâmica: desconhecida
- Primeiro encontro: a definir
- Onde: a definir
- Como acabou: a definir
- Vibe: corpo forte, mulher negra, sem sentir penetração
Volta e meia esbarro nessa pessoa em redes sociais, e tudo indica um gênio forte e uma síndrome de protagonista misturada com militância política misturada com tentativas de dar certo. Volta e meia esbarro com comentários dela no YouTube, que sempre destoam e me fazem olhar para o perfil um tempo depois de nem lembrar mais.
Conheci Maria no meio Punk Gótico, mulher negra e com corpo forte, o que obviamente me atraiu modelado no polidance. Trocamos umas idéias pelas redes sociais e marcamos um encontro, direto ao ponto. Acredito ela estava chegada com o parceiro na época, e me pediu para levar uma cerveja cara, surpreendentemente casa, que eu nem conhecia mas até que acabei gostando.
Nesta época meu sexo dependia muito de me excitar fazendo sexo oral ajoelhado em uma posição de submissão ou recebendo uma sentada na minha cara, e meu pau ficava duro para meter e depois disso tudo certo, depois que já estava ereto o contato do penis com a vagina me mantinha excitado. Mas neste dia aconteceu algo que nunca tinha acontecido, e que nem voltou a acontecer. Eu não conseguia sentir o meu pau dentro da vagina dela.